Sindifisco acusa Estado de conceder crédito ilegal à Braskem

Negociação envolve a quantia de R$ 61 milhões e seria lesiva aos cofres públicos

Luiz Antônio Tenório (Associação do Fisco de Alagoas), Emílio Marcelino e Lúcia Beltrão, presidente e diretora do Sindifisco

De acordo com a matéria publicada  no jornal extra alagoas, as diretorias do Sindicato do Fisco (Sindifisco) e Associação do Fisco de Alagoas concederam coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 15, para denunciar uma concessão de créditos que seria ilegal por parte do Governo do Estado em benefício da Braskem, que é controlada pela organização Odebrecht envolvida com a Operação Lava Jato. De acordo com o presidente do sindicato, Emílio Marcelino Pessoa Lira, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) publicou no Diário Oficial, no dia 18 de novembro deste ano, créditos em favor da empresa no valor de R$ 61.087.339,83.

Para o sindicalista, a transação está repleta de vícios que prejudicam diretamente os cofres públicos. “A Braskem pediu judicialmente para que fossem corrigidos os créditos que teria decorrente da exportação de produtos em 1994. Mas o grande o problema é que a empresa não tem créditos porque é beneficiária do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas, o Prodesin”, explicou.

As diretorias do Sindicato do Fisco (Sindifisco) e Associação do Fisco de Alagoas concederam coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 15, para denunciar uma concessão de créditos que seria ilegal por parte do Governo do Estado em benefício da Braskem, que é controlada pela organização Odebrecht envolvida com a Operação Lava Jato. De acordo com o presidente do sindicato, Emílio Marcelino Pessoa Lira, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) publicou no Diário Oficial, no dia 18 de novembro deste ano, créditos em favor da empresa no valor de R$ 61.087.339,83.

Para o sindicalista, a transação está repleta de vícios que prejudicam diretamente os cofres públicos. “A Braskem pediu judicialmente para que fossem corrigidos os créditos que teria decorrente da exportação de produtos em 1994. Mas o grande o problema é que a empresa não tem créditos porque é beneficiária do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas, o Prodesin”, explicou.

Fonte : novoextra.com.br

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